Ontem teve o show do U2 né? Tá, mas eu não vi. Bem mais legal ver Miss Simpatia pela 5ª vez e dublado ainda. Mas isso não está aberto para discussão.
O que aconteceu foi algo que eu perdi, mas acho bom eu ter perdido. Numa entrevista pro fantástico o 'bom de voz' disse o seguinte: O Brasil é muito bonito. Bono-ito. Larry-ito. We're all ito!
Como já mencionado antes em conversas do msn, a frase é tão babaca, mas tão babaca que fez eu e a minha mãe rirmos por uns minutinhos hoje de manhã. Se eu tivesse visto isso no fantástico, nem ia ter sido tão engraçado.
terça-feira, fevereiro 21, 2006
A revolução sentimental
Isso saiu na Zero Hora de ontem:
Interpretação certeira
Circula pela internet uma questão de vestibular da Universidade da Bahia em que os candidatos deveriam interpretar o trecho de um poema de Camões: "Amor é fogo que arde sem se ver/ é ferida que dói e não se sente/ é um contentamento descontente/ dor que desatina sem doer".
Uma vestibulanda de 18 anos deu sua interpretação: "Ah, Camões, se vivesses hoje em dia, tomava uns antipiréticos, uns quantos analgésicos e Prozac pra depressão. Compravas um computador, consultavas a internet e descobririas que essas dores que sentias, esses calores que te abrasavam, essas mudanças de humor repentinas, esses desatinos sem nexo, não eram feridas do amor, mas somente falta de sexo!
Ganhou nota 10.
Eu vi uma mulher cortando grama as 7:30 da manhã. Já não é comum uma mulher fazer isso. Mas, ÀS SETE E MEIA DA MANHÃ?
Interpretação certeira
Circula pela internet uma questão de vestibular da Universidade da Bahia em que os candidatos deveriam interpretar o trecho de um poema de Camões: "Amor é fogo que arde sem se ver/ é ferida que dói e não se sente/ é um contentamento descontente/ dor que desatina sem doer".
Uma vestibulanda de 18 anos deu sua interpretação: "Ah, Camões, se vivesses hoje em dia, tomava uns antipiréticos, uns quantos analgésicos e Prozac pra depressão. Compravas um computador, consultavas a internet e descobririas que essas dores que sentias, esses calores que te abrasavam, essas mudanças de humor repentinas, esses desatinos sem nexo, não eram feridas do amor, mas somente falta de sexo!
Ganhou nota 10.
Eu vi uma mulher cortando grama as 7:30 da manhã. Já não é comum uma mulher fazer isso. Mas, ÀS SETE E MEIA DA MANHÃ?
sábado, fevereiro 18, 2006
Velharias
Quando eu era pequena meu vô tinha um LP do gaúcho da Fronteira. A capa era um fundo branco, com o tal do gaúcho estampado com uma baita gaita nas mãos e uma camisa azul marinho. O mesmo tom de azul marinho da minha atual fitinha do senhor do bonfim.
Ele tinha também uma fita gravada com um lado e meio de músicas que, bem, de tão bregas na época hoje já sumiram. Lembro do Wando e de uma música específica que não faço idáia de quem canta: Meu cabelo duro é assim, cabelo duro de pichaim. Eu chuto, mas assim, chuto lá do outro lado do campo que essa música é do Luís Caldas, aquele cara que só andava de pés descalços. Diz a minha tia que uma vez a gente viu ele em algum aeroporto tupiniquim. E sim, ele tava com os dedinhos ao vento(?).
Não sei se sou só eu, mas quando eu vejo um casal de gente 'mais velha' eu em pergunto se eles ainda, hum hum. Ah, que é isso, até parece que crianças lêem isso aqui. Eu me pergunto se eles ainda transam. Trepam. Whatever. Tá, mas é menos doentio do que soa.
Se a resposta é sim, acabou o pensamento. Aliás, se continuasse é que seria doentio. Mas eu, como boa curiosa de assuntos diversos, fico pensando como isso acontece. Será que eles têm vontade e se acham muito velhos pra isso? E será que quando acontece pela última vez eles sabem que é a última vez. Ai, as mulheres ainda não enlouquecidas pela menopausa devem saber. Mulher sempre sabe essas coisas. Se não sabe, imagina.
Eu li a coluna do Moacyr Scliar dizendo que metade das pessoas entre 60 e 90 anos ainda fazem sexo. E que uma das barreiras enfrentadas pela outra metade (mais infeliz, eu diria) é que eles vão perdendo a intimidade ao longo dos anos. Mas pô, não seria ao contrário? Ao longo dos anos, a intimidade devia aumentar! É o ciclo da vida. Que não é tão sem fim quanto o do Rei Leão.
Pra concluir: 1° Quando eu era pequena as musicas eram runs e eu gostava mesmo assim.
2° Eu penso se e quanto as pessoas do mundo transam.
3° Eu não entendo nada das pessoas da terceira idade.
Ele tinha também uma fita gravada com um lado e meio de músicas que, bem, de tão bregas na época hoje já sumiram. Lembro do Wando e de uma música específica que não faço idáia de quem canta: Meu cabelo duro é assim, cabelo duro de pichaim. Eu chuto, mas assim, chuto lá do outro lado do campo que essa música é do Luís Caldas, aquele cara que só andava de pés descalços. Diz a minha tia que uma vez a gente viu ele em algum aeroporto tupiniquim. E sim, ele tava com os dedinhos ao vento(?).
Não sei se sou só eu, mas quando eu vejo um casal de gente 'mais velha' eu em pergunto se eles ainda, hum hum. Ah, que é isso, até parece que crianças lêem isso aqui. Eu me pergunto se eles ainda transam. Trepam. Whatever. Tá, mas é menos doentio do que soa.
Se a resposta é sim, acabou o pensamento. Aliás, se continuasse é que seria doentio. Mas eu, como boa curiosa de assuntos diversos, fico pensando como isso acontece. Será que eles têm vontade e se acham muito velhos pra isso? E será que quando acontece pela última vez eles sabem que é a última vez. Ai, as mulheres ainda não enlouquecidas pela menopausa devem saber. Mulher sempre sabe essas coisas. Se não sabe, imagina.
Eu li a coluna do Moacyr Scliar dizendo que metade das pessoas entre 60 e 90 anos ainda fazem sexo. E que uma das barreiras enfrentadas pela outra metade (mais infeliz, eu diria) é que eles vão perdendo a intimidade ao longo dos anos. Mas pô, não seria ao contrário? Ao longo dos anos, a intimidade devia aumentar! É o ciclo da vida. Que não é tão sem fim quanto o do Rei Leão.
Pra concluir: 1° Quando eu era pequena as musicas eram runs e eu gostava mesmo assim.
2° Eu penso se e quanto as pessoas do mundo transam.
3° Eu não entendo nada das pessoas da terceira idade.
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