sexta-feira, dezembro 14, 2007

Não acontece só comigo

No perfil do Sean Astin no imdb diz o seguinte:

Eyes are hazel, yet tend to change from brown to green depending on what he wears.

Descobri que não acontece só comigo. Meus olhos sempre saem verdes em fotos. Meu, meu olho NÃO é verde. ponto!
;9

terça-feira, dezembro 11, 2007

Eu aqui no trabalho ouvindo (por tabela) Comunidade Nin-Jitsu. Sério, tipos, muuuuuito verão 99. E a profundidade das letras? São 9 meeeeeeeeeeses, são 9 meses. Explode a barriga e lá vem o meu guri.
AHAHAHAHAHAHAH


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Não vejo a hora de acabaaaaaaaaaar logo esse ano. Eu ando cansada, com sono o tempo todo. Sem vontade de fazer porcaria nenhuma, não rendo nada no trabaio e não consigo tirar minha cabeça de uma coisa. Eu já encontrei a solução, e ainda assim não sai da minha cabeça. Vou apelar pra violência: PEDE PRA SAIR! PEDE PRA SAIR!!!!

sábado, dezembro 08, 2007

Ir pra praia, pegar um ventinho na cara pra ver se tem o mesmo efeito de um tapa, que é pra deixar de ser besta.
Essa introspecção toda me róóóói por dentro. Quero voltar saltitante, nem aí pras coisas que têm me atormentado. Acho que meu botão do foda-se estragou.
Vou com o coração apertadinho, mas espero respirar e abrir espaço pra novas oportunidades. Ou ver se dou um jeito de botar a cara e a boca no mundo e ir atrás das coisas nas quais a falta me fazem sentir um vazio.

Repito: me odeio nessse estado.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Eu queria saber como pode a vida ser assim. Como acontece de eu ser tão fanática por uma figura?
E sinto coisas estranhas, profundas e mirabolantes por esta figura. Não sei nada sobre ela. Apenas observo-a, não sei o que quer dizer, não sei como chegou aonde chegou, não sei nada. E isso me frustra, mas ao mesmo tempo nutre mais e mais esse fanatismo.
Um sentimento tão inexplicável por algo tão superficial: uma figura. E eu penso, gasto meu tempo e minhas idéias sobre isso; a admiração aumenta todos os dias. E o que essa figura sente de volta por mim? A figura nem sabe da minha existência. Na verdade, a figura já deve ter notado que eu insisto em estar por perto, ao redor. Mas talvez ela não tenha percebido o sentido de toda essa tentativa de onipresença.
E assim como quem gosta, eu também sofro. Que coisa ridícula, sofrer por uma figura em que todo o pano de fundo, todo o contexto e tudo mais foram criados na minha linda e malévola imaginação fértil.

Me odeio neste exato momento.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Hoje tive que ir na delegacia fazer umas fotos, acho que eram em torno das 10 horas. Cheguei lá, um cheiro muito bom de café (sou apreciadora apenas do cheiro, não tomo café preto puro).
Cheiro de café me lembra muito aeroporto. Aeroporto me lembra muito viajar. Viajar me lembra muito férias.
FÉRIAS! Quase lá, só mais 20 dias até eu zarpar daqui pro mundo. E toda aquela história bacana de viajar. Primeiro: a aparência. Tudo bem, viajar de tênis, calça confortável, camiseta bacana, cabelo com tranças (sempre). Até aí é meio normal. O pior é quando eu começo ame sentir digna de cenas dramáticas e ando pelo aeroporto com a maior cara de não durmo ha 36 horas (total mentira) e fingir que sou de lugar nenhum. Não quero ter cara de brasileira num aeroporto, nem de americana, nem se slava. Eu quero ter cara do mundo todo.
Depois vem a história free shop/comida. Eu tenho um sério problema relacionado a essas duas coisas juntas. É óbvio que eu fico matando tempo nos duty free's, e o cheiro de perfume me dá muita fome. MUITA. De comer um monte de coisas e 20 minutos depois a barriga roncar. Não sei o que acontece.
Tem ainda o comportamento maníaco/stalker onde eu saio caminhando procurando gente famosa. Mas esse hábito é menos comum.
Não sei como as pessoas conseguem ficar entediadas em aeroporto. Irritada eu fico, com atrasos, confusões e bla bla bla. Mas entediada nunca. São tantas pessoas pra se observar e brincar de adivinhar de onde elas são. E decorações esdrúxulas. E livros pra comprar e devorar.

terça-feira, novembro 27, 2007

Ghost, do outro lado da rua

Hoje eu vi um fantasma. Um fantasma que geralmente só aparecia na minha mente, assim... do nada. Surgia entre um pensamento existencial e outro. As vezes fazia ponta nos meus sonhos, mas nunca havia se manifestado.
Então que eu tinha suspeitas de tê-lo visto há algum tempo, mas pensei que era coisa da minha cabeça. Mas hoje eu vi, eu vi mesmo. E o fantasma me viu. Não necessariamente me viu, mas deve ter percebido a minha presença. Com certeza ele não apareceu com o fim de assustar a moça aqui. Deve ter cansado da vida na cidade-fantasma e resolveu tomar novos ares e sem querer apareceu novamente, só que desta vez de verdade.
E aí é que tá a coisa: eu fui assombrada por muito tempo pela imagem do fantasma, e quando vi hoje, não tive problemas. Não fiquei com medo nem intrigada. Era como se eu pensasse por muito tempo no quão grande um susto seria, e não me impressionar nada quando acontecesse.

Mas que é estranho ver fantasma, é.

segunda-feira, novembro 26, 2007

Teoria Segunda

Eu queria saber por que eu sinto tanto sono em segundas-feiras. E ontem eu fui dormir cedo, 15 pras 11 eu já tava ferrada no sono. O problema é a segunda-feira.
Assim como há várias conspirações sobre tudo que é tipo de coisa, há a conspiração da segunda-feira. Alguem lembra de uma segunda em que algo realmente extraordinário e maravilhoso aconteceu? Feriado na segunda-feira dá feriadão, mas não é a mesma coisa que feriadão com feriado na sexta, o clima não é o mesmo. Segunda-feira costuma ser o pior dia no trabalho. Ninguem faz planos pra segunda-feira... do tipo "vamos no cinema" "claro, que tal segunda?". Isso non ecxiste.
Minha aula de segunda-feira é a pior, e semestre passado também era. Na época que eu ficava o dia inteiro em casa, segunda era o dia que passavam as piores séries de TV. E nunca tinha filme bom passando no TeleCine ou HBO.
Segunda-feira foi um dia criado com o propósito de que todo o mau humor da semana ocorra em um dia só. E que toda vontade de fazer absolutamente nada se concentre neste dia. Neste exato momento, essa falta de vontade se faz presente na que vos fala.

O Garfield estava certo.

quinta-feira, novembro 22, 2007

o site vagalume, além de letras de música, me proporciona alguns minutinhos de diversão por semana. eu nunca contei isso, mas toda vez que eu entro no site, eu respondo todas as enquetes disponíveis. é divertido.
então que hoje aconteceu algo que me fez pensar. uma das enquetes era a seguinte: qual dessas cantoras é mais talentosa? haviam várias opções, de tudo que é canto. e então, eu vi, enquanto procurava por alguem decente pra marcar, eu vi: () cher e logo abaixo () madonna
pânico. eu não sabia o que fazer. a madonna era puta, tem musicas ótimas e clássicas, fez filmes, participou de Will & Grace. mas gente, a cher é rainha. a cher tem uma filha lésbica, a cher tem um filme com uma cena em que ela pede pro marido se retirar do quarto do hotel pra pegar outro cara, a cher muda a cor do cabelo cada vez que ela puxa o ar pros pulmões, a cher fez o filme Minha mãe é uma sereia, a cher é a pessoa que o jack chama de "pior travesti imitando a cher que ele já viu" em Will & Grace.
madonna: amo você amiga, mas a cher te ganha.

ps.: meu conceito de "talentosa" é bem distorcido.

terça-feira, novembro 20, 2007

não aconselho o vídeo "2 girls 1 cup" pra ninguém. mesmo.
é a coisa mais nojenta que eu já vi na vida.

segunda-feira, novembro 19, 2007

então que a minha melhor amiga mora em NY.
e ela tá se divertindo, vivendo outra vida. uma vida bem mais a cara dela do que a que ela tinha aqui. mas ultimamente tenho sentido muito a falta dela. mesmo.
e o universo conspira pra que as coisas piorem. na época que eu praticamente morava na casa dela, a gente tinha umas músicas fixas que cantávamos gritando e berrando, porque é much more fun. várias músicas, mas algumas ficavam, iam e voltavam, mas tavam sempre ali, no fundinho do nosso pensamento.
daí eu loca pra falar com ela, ter notícias durante o feriado. deu uma saudade maior que o normal. aí que o universinho bonitinho conseguiu piorar as coisas. entrei na farmácia com a minha mãe pra comprar qualquer coisa não muito necessária e aquele radinho olhou pra mim e disse: vô acabá contigo agora, fia!
de repente começou a tocar maryah carey, "i caaaaaaaan't liiiiiiiiiiive, if living is without you. i caaaaaaaaaaan't liiiiiiiiive, i can't give anymore..."
essa era clássica de broken heart, aquelas de cantar com tudo, esperando espantar qualquer lembraça ou sentimento ruim que algum guri-que-não-vale-nada tivesse nos provocado. we went through so much together...



esse tal de universo conspira sempre, tanto ao meu favor, quanto contra mim. eu costumo deixar meus tocadores de músicas no shuffle, assim eu escuto todas, e não só as que eu já sei de cor e salteado.
então que quando eu estava em casa, descobrindo coisas na internet, conversando com o pessoal e ouvindo músicas, surgia uma que eu nem sabia que existia, mas que dizia tudo sobre o momento. não lembro exatamente quantas várias vezes isso aconteceu, agora só consigo lembrar de uma música: Tallulah, do Sonana Arctica. nem lembro o que tava contecendo, só lembro que essa "linda canção" surgiu como uma pecinha de quebra-cabeças naquele momento.

hoje de manhã eu tava ouvindo músicas no shuffle, mas não percebi nenhum trocadilho. só ouvi coisas velhas, e uma música que fazia tempo que não ouvia: Someday we''l know.
segunda-feira e aquela vontade absurda de quebrar o despertador quando ele começa a tocar. segunda é o dia oficial de sono demais pra ir pto trabalho.
mas eu ainda tenho algumas vantagens. Como o jornal sai só na sexta, eu não faço quase nada na segunda . o dia de fazer absolutamente nada é sexta, que vem depois do dia de fazer absolutamente tudo, quinta.
mesmo tendo todo esse feriadão e coisa e tal, eu ainda sinto sono. Sono é algo que faz parte de mim.